SUPERVISÃO E CONTROLO - 5.3.2015



A Prosistav, como representante no mercado nacional dos produtos Progea e Vipa, em parceria com o Instituto Politécnico de Lisboa e as Universidades de Aveiro e Porto, convida todos os interessados a participar na apresentação das novas soluções de software SCADA e produtos de automação em Lisboa, cuja sessão decorrerá no Instituto Superior de Engenharia de Lisboa (ISEL), de acordo com a informação disponibilizada em baixo.

A participação é gratuita.
Local | Instituto Superior de Engenharia Lisboa | Auditório Prof. Fernando Chagas Gomes (Edifício da ADEEEA * - piso 1)

Data 5 de Março de 2015 | (9h às 18h)

Oradores
Andrej Suares (Vipa)
Jean-Marc Willems (Progea)
Paulo Rosado (Prosistav)

Cronograma
9h00 - Sessão de Abertura (receção)
Sr Presidente ADEEEA, Prof. Coordenador Jorge de Sousa
9h30 - Slio IO e CPUs
10h30 - 300S Speed7 CPU
11h00 - Coffe break
11h15 - HMIs e PCs Industriais
12h00 - Questões
14h00 - Receção
14h30 - Pro.Lean OEE e KPI
15h15 - Pro.Energy Managment
16h00 - Coffe break
16h15 - Automation.Next
17h15 - Questões e Encerramento

Conteúdos
· Pro.lean (Lean Manufacturing: Performance, OEE and Downtime Analysis)
http://www.progea.com/downloads/Inf_Eng_ProLean.pdf

· Pro.energy (Monitorização e Eficiência Energética)
http://www.progea.com/downloads/Inf_Ita_ProEnergy.pdf

· Automation.next (Movicon Next)
http://www.progea.com/downloads/Inf_Eng_Platform_NEXT.pdf

DESENVOLVIMENTO SUSTENTÁVEL NO SECTOR DA CONSTRUÇÃO - 4.3.2015


DESENVOLVIMENTO SUSTENTÁVEL NO SETOR DA CONSTRUÇÃO

aula aberta | 04 de Março | ESAP (Escola Superior Artística do Porto)

entrada livre mas sujeita a INSCRIÇÕES AQUI
14h00 sessão de abertura
Arquiteto Jorge Vaz | escola superior artística do porto
Arquiteta Aline Delgado | portal da construção sustentável

CIMENTO DE SILICATO DE CÁLCIO CARBONATADO

Cimento carbonatado, uma nova solução, que se for utilizada a nível mundial, poderá vir a reduzir significativamente as emissões de gases de efeito estufa, diminuir o consumo de água e ajudar a lidar com o aquecimento global - além de produzir um cimento mais durável e de custo mais baixo.

O novo cimento ganha resistência através da carbonatação, e não da sua mistura com água.

"Em vez de cimento que reage com água, este cimento carbonatado reage com dióxido de carbono e silicato de cálcio," explica o professor Jason Weiss, da Universidade Estadual de Oregon, nos EUA.

"À primeira vista este novo produto parece-se com o cimento convencional, contudo tem propriedades que devem fazê-lo durar mais tempo em algumas aplicações. Além disso, o seu uso poderá reduzir as emissões de dióxido de carbono, que é um objetivo importante na indústria do cimento," acrescentou.
O novo material foi batizado de "cimento de silicato de cálcio carbonatado", ou CCSC (Carbonated Calcium Silicate-based Cement).

Video 2: Palestra de Jason Weiss

De acordo com Weiss, o novo cimento está pronto para ser usado em produtos de pré-moldados, que podem ser criados em fábrica e transportados para onde serão usados. Um uso mais generalizado poderá demorar mais tempo, já que a carbonatação exige um aparato mais complicado do que uma mangueira jorrando água sobre a massa - como botijões com CO2 sob pressão.

A equipa demonstrou que o material é mais resistente à degradação do que o cimento comum, inclusive em contato direto com sais usados para o degelo das estradas em países de clima frio, tais como cloreto de sódio e cloreto de magnésio.

O betão - uma combinação de cimento, areia e brita - é um dos materiais de construção mais eficazes da história humana. Isto na verdade é parte do problema - o betão funciona tão bem e tem tantos usos que são produzidas anualmente de 2 a 4 toneladas de betão por cada pessoa no mundo, o que se acredita ser responsável por algo entre 5 e 8% de todas as emissões globais de dióxido de carbono.

O cimento de silicato de cálcio carbonatado permitirá  ter um betão mais resistente, durável, barato, com redução do consumo de água até 70% e redução da emissão de gases com efeito de estufa e está já disponível para uso em unidades de consumo industrial como centrais de betão, pré-moldados de betão e outros.


Ainda assim, atendendo a todos os aspetos seguidamente apontados, julgamos compensadora a aposta na aquisição deste inovador material, que em resumo, reúne as seguintes vantagens principais:
  • Maior resistência e durabilidade;
  • Custo mais baixo;
  • Reduz as emissões de gases de efeito de estufa;
  • Melhora a problemática do aquecimento global;
  • Reduz o consumo de água.

2º ENCONTRO DE URBANISMO



2º Encontro de Urbanismo – Planear e Intervir para uma cidade sustentável | Reabilitação Sustentável de Edifícios – Casos de Estudo em Lisboa.

No auditório do Centro de Informação Urbana de Lisboa (CIUL) 
(Rua Viriato, nº 13-E, Núcleo 6, Picoas Plaza).

18 de Setembro (Quinta Feira) Não percam, a Entrada é Livre.

PROJETO MOLA

Uma forma diferente de explicar e aprender o comportamento das estruturas


A ideia surgiu em 2005, durante um projeto de tese de mestrado de um estudante de Arquitetura, e foca-se na demonstração visual e táctil, sobre o comportamento das estruturas arquitectonicas, um importante conhecimento para todos os engenheiros e arquitetos principalmente na fase do desenho de qualquer projeto.

O resultado é um modelo interativo que simula o comportamento de estruturas reais. Trata-se de uma maneira experimental de estudar e ensinar o comportamento das estruturas arquitetônicas. Com o Mola, pode-se montar, visualizar e sentir as estruturas com as próprias mãos.


O projeto é constantemente elogiado pela visualização e compreensão dos efeitos que acontecem numa estrutura. 
Demonstração em video:

Devido ao feedback positivo das pessoas que tiveram conhecimento do modelo, os idealizadores decidiram lançar o primeiro Kit Estrutural Mola.
A produção do modelo em escala comercial significaria um investimento alto, principalmente devido à ferramentas específicas envolvidas na fabricação das peças. A decisão de lançar essa campanha no Catarse surge, então, como resposta ao público interessado no modelo, e como alternativa de tornar esse projeto realidade.

Através deste kit, é possível compreender melhor:


– Estabilidade estrutural;
– Deslocamentos e deformações;
– Comportamento de acordo com tipos de carregamentos;
– Comportamento de acordo com diferentes condições de contorno;
– Influência da forma;
– Processo de montagem.
Outra demonstração em vídeo:

O Kit é composto por:
- Livro com exemplos de estruturas montadas com o modelo (versão Português/Inglês).
- Base metálica para a montagem das estruturas.
- Kit de peças para montar e testar as estruturas apresentadas no livro e outras à sua escolha.


A mola é composto por um conjunto de peças moduladas que se conectam por imãs, permitindo inúmeras combinações.
Supertree Grove, Singapura

Art Tower Mito, Japão

CCTV Headquarters, Beijing

DRENAGENS


- Sempre que é necessário executar trabalhos em zonas alagadas ou de nível freático elevado.
Define-se por CAPTAÇÃO toda a construção feita no terreno, com o objectivo de possibilitar a bombagem para o exterior da água subterrânea, tanto quanto possível isenta de materiais em suspensão.






Tipos de Captação:
  • CAPTAÇÕES DIRECTAS
  • CAPTAÇÕES VERTICAIS
  • CAPTAÇÕES HORIZONTAIS


CAPTAÇÕES DIRECTAS
- A água que aflui à escavação é conduzida por valetas até “poços de chamada”, situados em zonas da área escavada que não interfiram com os trabalhos a desenvolver no interior, onde posteriormente é bombada para o exterior.
- Podem ainda efectuar-se captações directas em escavações feitas ao abrigo de cortinas de estanquidade.
- A cravação dessas cortinas deverá ser suficientemente profunda para evitar a ruptura do fundo da escavação.
 


Instabilização do Fundo

                   - Em areias – por erosão interna (piping)
                   - Solos impermeáveis – por levantamento do solo


Vantagens:
·         Diminuir o caudal necessário bombar para manter o nível da água a uma determinada cota.

Desvantagens:
·         Só é viável se a profundidade da escavação for pouco maior que a do nível freático, já que de “poços de chamada” apenas se pode retirar o caudal

CAPTAÇÕES VERTICAIS
- Em solos permeáveis (areias médias a grossas e seixos) o escoamento da água pode fazer-se através de captações verticais localizadas na periferia das escavações.
- O caudal de captação é função de:
       Altura da coluna de água
       Altura da coluna de água depois do rebaixamento
       Raio de influência do rebaixamento
       Raio de captação
       Coeficiente de permeabilidade do solo

DRENAGEM POR VÁCUO:

 AGULHAS FILTRANTES
– Utilizam-se em solos pouco permeáveis, em que o escoamento não pode fazer-se exclusivamente por gravidade.
– Consistem em tubos de ferro ou PVC com diâmetros de 1 1/2” a 2”, com comprimento de 3 a 7 m, introduzidos no terreno com injecção de água e em seguida ligadas por mangueiras flexíveis a um tubo colector e este, por seu turno, ligado a um conjunto de bombas de água e vácuo.
- O vácuo é utilizado apenas no inicio para que se efectue a ferragem passando a drenagem posterior a ser efectuada por gravidade.

CAPTAÇÕES DE GRANDE DIÂMETRO
– Este tipo de captações utiliza-se igualmente em terrenos de média permeabilidade e consiste na execução de:
·         Perfuração com 30 a 60 cm de diâmetro
·         Colocação de tubo com 15 a 20 cm de diâmetro
·         Preenchimento do espaço intermédio com areia e areão de granulometria apropriada
·         Vedação com bentonite do espaço entre o tubo e a furação para colmatação da zona filtrante

DRENAGEM POR ELECTRO-OSMOSE
– Utiliza-se em solos de muita baixa permeabilidade.
– Estabelecendo diferenças de potencial entre eléctrodos positivos (ânodos) e negativos (cátodos) consegue-se que a água se escoe em direcção aos cátodos.
– Se o cátodo for uma captação vertical (normalmente uma agulha filtrante) a bombagem pode em seguida fazer-se por vácuo.
– Os cátodos estão normalmente espaçados de 8 a 11 m, e os ânodos no meio do intervalo
– Os ânodos são constituídos por varas de ferro ou cobre.
– Cada cátodo extrai, em geral, 15 a 750 litros de água por dia.
– Deve penetrar pelo menos 1,5 m abaixo do fundo da escavação.


CAPTAÇÕES HORIZONTAIS
-Utiliza-se quando se pretende efectuar rebaixamentos pouco acentuados do nível freático numa grande extensão.
– Consiste na colocação de tubos flexíveis drenantes ligados a bombas centrífugas, distanciados entre si de 25 a 100 m.


ÁGUA NO SOLO

Tipos de água no solo:
  •  ÁGUA DE INFILTRAÇÃO - Toda a água que se infiltra nos solos, sujeita unicamente à gravidade.
  • ÁGUA ACUMULADA - Água retida por uma camada de solo impermeável, saturando o solo.
  • ÁGUA SUSPENSA - Água de infiltração que se escoa por estratos permeávei s que at ravessam um solo impermeável.
  • ÁGUA DE CAPILARIDADE - Água que se movimenta em oposição à gravidade através da rede de poros e capilares do solo.
  • ÁGUA DE CONDENSAÇÃO - O vapor de água contido no solo, por alteração das condições de  temperatura e pressão, é susceptível de condensar, dando origem à água de condensação.
  • ÁGUA FREÁTICA - Água existente no solo, em camadas profundas, e que forma toalhas de água interligadas.
  • ÁGUA ADSORVIDA - Água que fica retida, sob a forma de uma película muito delgada, na superfície dos corpos sólidos, devido a forças de ligação de origem molecular e electrostática.´

As águas de adsorção, condensação e capilaridade constituem a parcela principal da água permanente do solo