DRENAGENS


- Sempre que é necessário executar trabalhos em zonas alagadas ou de nível freático elevado.
Define-se por CAPTAÇÃO toda a construção feita no terreno, com o objectivo de possibilitar a bombagem para o exterior da água subterrânea, tanto quanto possível isenta de materiais em suspensão.






Tipos de Captação:
  • CAPTAÇÕES DIRECTAS
  • CAPTAÇÕES VERTICAIS
  • CAPTAÇÕES HORIZONTAIS


CAPTAÇÕES DIRECTAS
- A água que aflui à escavação é conduzida por valetas até “poços de chamada”, situados em zonas da área escavada que não interfiram com os trabalhos a desenvolver no interior, onde posteriormente é bombada para o exterior.
- Podem ainda efectuar-se captações directas em escavações feitas ao abrigo de cortinas de estanquidade.
- A cravação dessas cortinas deverá ser suficientemente profunda para evitar a ruptura do fundo da escavação.
 


Instabilização do Fundo

                   - Em areias – por erosão interna (piping)
                   - Solos impermeáveis – por levantamento do solo


Vantagens:
·         Diminuir o caudal necessário bombar para manter o nível da água a uma determinada cota.

Desvantagens:
·         Só é viável se a profundidade da escavação for pouco maior que a do nível freático, já que de “poços de chamada” apenas se pode retirar o caudal

CAPTAÇÕES VERTICAIS
- Em solos permeáveis (areias médias a grossas e seixos) o escoamento da água pode fazer-se através de captações verticais localizadas na periferia das escavações.
- O caudal de captação é função de:
•       Altura da coluna de água
•       Altura da coluna de água depois do rebaixamento
•       Raio de influência do rebaixamento
•       Raio de captação
•       Coeficiente de permeabilidade do solo

DRENAGEM POR VÁCUO:

 AGULHAS FILTRANTES
– Utilizam-se em solos pouco permeáveis, em que o escoamento não pode fazer-se exclusivamente por gravidade.
– Consistem em tubos de ferro ou PVC com diâmetros de 1 1/2” a 2”, com comprimento de 3 a 7 m, introduzidos no terreno com injecção de água e em seguida ligadas por mangueiras flexíveis a um tubo colector e este, por seu turno, ligado a um conjunto de bombas de água e vácuo.
- O vácuo é utilizado apenas no inicio para que se efectue a ferragem passando a drenagem posterior a ser efectuada por gravidade.

CAPTAÇÕES DE GRANDE DIÂMETRO
– Este tipo de captações utiliza-se igualmente em terrenos de média permeabilidade e consiste na execução de:
·         Perfuração com 30 a 60 cm de diâmetro
·         Colocação de tubo com 15 a 20 cm de diâmetro
·         Preenchimento do espaço intermédio com areia e areão de granulometria apropriada
·         Vedação com bentonite do espaço entre o tubo e a furação para colmatação da zona filtrante

DRENAGEM POR ELECTRO-OSMOSE
– Utiliza-se em solos de muita baixa permeabilidade.
– Estabelecendo diferenças de potencial entre eléctrodos positivos (ânodos) e negativos (cátodos) consegue-se que a água se escoe em direcção aos cátodos.
– Se o cátodo for uma captação vertical (normalmente uma agulha filtrante) a bombagem pode em seguida fazer-se por vácuo.
– Os cátodos estão normalmente espaçados de 8 a 11 m, e os ânodos no meio do intervalo
– Os ânodos são constituídos por varas de ferro ou cobre.
– Cada cátodo extrai, em geral, 15 a 750 litros de água por dia.
– Deve penetrar pelo menos 1,5 m abaixo do fundo da escavação.


CAPTAÇÕES HORIZONTAIS
-Utiliza-se quando se pretende efectuar rebaixamentos pouco acentuados do nível freático numa grande extensão.
– Consiste na colocação de tubos flexíveis drenantes ligados a bombas centrífugas, distanciados entre si de 25 a 100 m.


ÁGUA NO SOLO

Tipos de água no solo:
  •  ÁGUA DE INFILTRAÇÃO - Toda a água que se infiltra nos solos, sujeita unicamente à gravidade.
  • ÁGUA ACUMULADA - Água retida por uma camada de solo impermeável, saturando o solo.
  • ÁGUA SUSPENSA - Água de infiltração que se escoa por estratos permeávei s que at ravessam um solo impermeável.
  • ÁGUA DE CAPILARIDADE - Água que se movimenta em oposição à gravidade através da rede de poros e capilares do solo.
  • ÁGUA DE CONDENSAÇÃO - O vapor de água contido no solo, por alteração das condições de  temperatura e pressão, é susceptível de condensar, dando origem à água de condensação.
  • ÁGUA FREÁTICA - Água existente no solo, em camadas profundas, e que forma toalhas de água interligadas.
  • ÁGUA ADSORVIDA - Água que fica retida, sob a forma de uma película muito delgada, na superfície dos corpos sólidos, devido a forças de ligação de origem molecular e electrostática.´

As águas de adsorção, condensação e capilaridade constituem a parcela principal da água permanente do solo

ACTIVE@ FILE RECOVERY


Este site não é um site de informática, nem pretendo que o seja, mas, isto aconteceu comigo e pode acontecer com qualquer um, e resolvi deixar uma forma de resolver esse problema.

Quem é que já perdeu informação importante, ficheiros em pdf, jpg, doc, ppt, xls... ou seja documentos, fotos, vídeos, musicas, que são deletadas sem intenção para tal, por uma formatação indesejada ou outra causa.
Pois é, eu apaguei todos os dados que tinha porque decidi formatar o disco D: sem sequer guardar o que lá tinha, mas precisava urgentemente de todos aqueles documentos, e para reverter a situação, encontrei um programa excelente, chama-se Active@ File Recovery e podem fazer o aqui download download.

O processo é muito simples, o programa, vem comprimido, portanto o que se deve fazer depois da transferência ter sido concluida é:


  • 1. Com o botão direito, EXTRAIR AQUI a pasta
  • 2. Ir à pasta extraida, nomeada por @Recovery e carregar em FileRecoveryProSetup
  • 3. Seguir os passos para a concluir a instalação (processo muito simples)
  • 4. Depois basta abrir o programa Active@ File Recovery


  • 5. De seguida clica-se no disco que se pretende fazer um SuperScan, no meu caso vai ser Local Disk (D:)


  • 6. O SuperScan costuma demorar um pouco, depende também da quantidade de ficheiros perdidos, no meu caso tratavam-se de aproximada-me 100Gb e demorou cerca de 2horas até terminar
  • 7. Depois do SuperScan concluido, vamos recuperar (Recover CTRL+R) os ficheiros pretendidos, que vão ficar agrupadas pelo tipo de extensão .JPG, .DOC, .AVI, .WMA.....etc
  • 8. Clicam nos documentos que pretendem recuperar, vão em Recover:


Seleccionei a extensão do ficheiro MPEG, e foi só escolher Recover, seguidamente vão pedir um Login/Name e uma Key/Serial
  • 9. Bastando para isso, copiar os dados que se seguem:
    Name: Max Lauser
    Serial:00001K-NVJJYR-5NWDRR-094T1M-V9G9RT-F2RQAD-QPUC54-3C1ZPX-4WQ3JV-93EPZ8-NHZYQC

E rapidamente recuperam os dados, agora têm o trabalho de renomear cada ficheiro. Portanto, não formatem sem antes guardar devidamente os ficheiros que não pretendem deletar

E façam uma CÓPIA DE SEGURANÇA, é sempre muito útil.


MEDIÇÕES E ORÇAMENTOS - CURSO


No dia 5 de Maio de 2014 vai começar uma formação cujo tema é  MEDIÇÕES E ORÇAMENTOS

Tendo como principais objectivos, a realização de projectos de execução no âmbito de:

- Desenho técnico.
- Medições.
- Orçamentos.
- Trabalhos práticos.


Esta formação é validada pela Ordem dos Arquitectos, permite a obtenção de 8 créditos. Para mais informações acessem o site ARQCOOP.


De 05 a 27 de Maio
De 2.ª a 6.ª Feira, das 19h00 às 22h00
50 horas      |     350 €
Programa      |      Ficha de Inscrição

REVIT ARCHITECTURE - CURSO



No dia 5 de Maio de 2014 vai começar uma formação cujo tema é  REVIT ARCHITECTURE - PROJECTO DE EXECUÇÃO

Tendo como principais objectivos, a realização de projectos de execução no âmbito de:

- Modelação avançada.
- Desenho de execução.
- Análise de projecto.
- Mapas de acabamentos.
- Mapas de vãos.
- Mapas de quantidades.
- Criação de famílias.

Esta formação é validada pela Ordem dos Arquitectos, permite a obtenção de 8 créditos. Para mais informações acessem o site ARQCOOP.

 PRÉ-REQUISITOS:
- Conhecimentos básicos de utilização do programa Revit Architecture (recomenda-se vivamente a
frequência prévia do Curso de Iniciação) e do sistema operativo Microsoft Windows.
- Os formandos terão de fazer-se acompanhar pelo seu próprio computador, com o Revit Architecture –
Versão Educacional ou Trial (preferencialmente em inglês) já instalado.
- O download do software pode ser efectuado em:
a) Versão Educacional: http://students.autodesk.com;
b) Trial (versão experimental de 30 dias): www.autodesk.com.
- Caso os formandos não consigam instalar o software, o mesmo será instalado no primeiro dia do curso
(situação a evitar, pois atrasa o início do mesmo).
- Será sempre utilizada a última versão disponível do Revit Architecture.

 


De 05 a 15 de Maio
De 2.ª a 5.ª Feira, das 19h30 às 22h30
24 horas      |      200 €
Programa      |      Ficha de Inscrição

CONTENÇÕES PERIFÉRICAS



CONTENÇÕES PERIFÉRICAS
Elementos da estrutura que tem como função o suporte do terreno e parte da estrutura.
  • Permitem a valorização dos terrenos nos grandes centros 
  • Obrigatoriedade de se criarem espaços para o estacionamento automóvel 
  • Aumento da procura de espaços comerciais

Tipos de Contenções:
  1. Estacas moldadas 
  2. Paredes moldadas 
  3. Paredes do tipo “Berlim” ou “Munique” 
  4. Pregagens 
  5. Poços

  1. ESTACAS MOLDADAS
– estacas moldadas contra o terreno são aquelas em que é o próprio terreno que enforma as estacas, independentemente de se utilizar ou não tubo moldador.

1.1.            CORTINAS DE ESTACAS (parede descontínua de estacas pouco distanciadas entre si (podendo mesmo intersectar-se).
  • Secantes 
  • Tangentes 
  • Espaçadas
  
CORTINA DE ESTACAS MOLDADAS

A técnica das cortinas moldadas tem essencialmente dois tipos de utilização:

 


- Elemento resistente de contenção periférica


 - Elemento de fundação de estruturas



  • Cortina de estacas espaçadas
  Espaçamento - cerca de 1,5 m

Vantagens:
- São mais económicas por metro de largura de cortina
- Oferecem uma boa flexibilidade, em termos de tipos de estacas e respectivos diâmetros
- As estacas de grande diâmetro oferecem uma elevada rigidez
- São facilmente incorporadas em trabalhos permanentes
- Podem ser projectadas para suportar cargas verticais

Desvantagens:
- Obrigam quase sempre à colocação de ancoragens
- Só são aplicáveis em solos relativamente estáveis


  • Cortina de estacas tangentes ou contíguas

As estacas têm espaçamentos de 75 a 100 mm.
Utilizam-se principalmente em solos argilosos onde a afluência de água não constitui problema




  • Cortina de estacas secantes
Apropriadas quando:
- Nível freático é elevado
- Solos com diminuta coesão
- Necessária estanquidade
São mais caras e exigem mais tempo para a sua execução

  •   Cortinas de Estacas Moldadas
Vantagens (CORTINAS DE ESTACAS MOLDADAS):
- Podem ser recolhidas amostras dos solos atravessados e atingidos que são comparadas com os dados do projecto
- Existe uma grande variedade de diâmetros disponíveis
- Podem ser executadas a grandes profundidades
- Podem ser executadas sem muito ruído e sob condições de pé direito limitado

Desvantagens (CORTINAS DE ESTACAS MOLDADAS):
- Existe a possibilidade de se dar o estrangulamento em solos moles ou soltos
- Torna-se difícil garantir a verticalidade
- O controlo de qualidade em termos de dimensões da secção transversal e de recobrimento das armaduras é muito problemático
- Há dificuldades de betonagem debaixo de água, o betão não pode ser inspeccionado após a colocação


    • a. Cortina de estacas moldadas – trado contínuo

1. Perfuração com trado contínuo até à profundidade desejada
2. Extracção do trado contínuo em simultâneo com bombagem de betão através do veio oco do trado.
3. Introdução da armadura no betão

Vantagens (Trado Continuo):
- Processo mais económico e de mais fácil e rápida execução
- Não dá origem a vibrações e os níveis de ruído são baixos

Desvantagens (Trado Continuo):
- Não sabe com precisão qual o diâmetro e quais as características da estaca
- Não se garante o posicionamento exacto das armaduras nem o recobrimento destas
- Em zonas sísmicas, os esforços de corte introduzidos na fronteira entre as camadas mais e menos rígidas são significativas, o que desaconselha o uso deste método construtivo

    • b. Cortina de estacas moldadas com tubo moldador recuperável
1. Cravação do tubo moldador formado por troços acoplados
2. Remoção do solo no interior do tubo
3. Formação da base alargada com auxílio do martelo – pilão
4. Colocação da armadura e betonagem de baixo para cima
5. Remoção do tubo moldador

Vantagens(Tubo moldador recuperável):
- Custos baixos de instalação do equipamento
- O equipamento pode funcionar em espaços limitados e de difícil acesso
- As estacas têm boa capacidade de carga

Desvantagens(Tubo moldador recuperável):
- Custo elevado por metro de estaca
- Este método não é adequado para solos sem coesão e situados abaixo do nível freático
- A variedade de dimensões das estacas está muito limitada aos tubos moldadores disponíveis.



2. PAREDES MOLDADAS
- Elemento resistente de contenção periférica
- Cortina à penetração da água em solos em que o nível freático é elevado
- Elemento de fundação de estruturas
- Elemento parede com fins resistentes

TIPOS:
- Parede moldada contínua
- Parede moldada contínua executada apenas em zonas de terreno menos consistente
- Parede moldada contínua na parte superior e com barretas na parte inferior
- Parede moldada descontínua


Processo Construtivo

- Muros guia orientam o equipamento de escavação e criam uma canalização à suspensão bentonítica
- Montagem do sistema de preparação, distribuição e recuperação da calda
- Escavação, feita com balde de maxilas ou trado e câmpanula de sucção (2m de largura do equi.)
- Colocação dos tubos-junta – execução dos diversos painéis de uma parede(sequencial ou alternado)


- Colocação das armaduras (previamente preparada em estaleiro – prever os locais de amarração das armaduras e locais de atravessamento (colocando negativos))
- Betonagem – lança-se o betão no fundo da escavação, a bentonite é removida devido à maior densidade, todo o painel deve estar betonado antes de reacções de presa


- ANCORAGENS
Sistemas que transmitem uma força de tracção da estrutura principal ao terreno envolvente; compostos por uma cabeça de ancoragem, um comprimento de amarração, estabelecido por injecção de calda, e por um comprimento livre.





- BARRETAS
 Quando os terrenos apresentam melhoria da resistência à medida que aumenta a profundidade poder-se-á considerar a utilização da Parede moldada contínua na parte superior da cave e Barretas na parte inferior.
As barretas utilizam-se ainda em substituição das estavas para situações em que existem forças horizontais importantes.


 3. PAREDES TIPO BERLIM OU MUNIQUE

Campo de aplicação:
- Contenções periféricas de edifícios em zonas urbanas
- Contenções provisórias (Parede de Berlim)
- Não existência de edifícios periféricos susceptíveis de assentamentos
- Terrenos de compacidade/coesão média ou média/baixa (auto-sustentável em painéis de pequena largura e altura – 2 a 4 m)
- Terrenos acima do nível freático

Processo Construtivo PAREDES DE BERLIM:
- Escavação geral (escavação em talude no centro de área de escavação sem que haja possibilidade de deslizamentos)
- Introdução dos perfis metálicos, afastados entre si 0,6 a 1m e 2,0 abaixo da cota inferior das fundações
- Execução da Viga de Coroamento (assegura a transmissão de esforços, garante a ligação dos vários perfis entre si, nem sempre é colocado, sendo que as ancoragens e escoramento, desempenham essa função)
- Escavação e introdução de elementos de entivação (devem estas isentos de defeitos ou fracturas, são pranchas de madeira ou barrotes), deve evitar o desmoronamento do terreno, executado por painéis de 0,3 a 1,5 m entre cada dois.
- Criação dos escoramentos e ancoragens, controlam a deformação da parede e evitam a rotura do perfil metálico
- Execução da Superestrutura, realizada no interior da contenção, as paredes de Berlim pode servir cofragem das paredes do edifício. Depois da superestrutura construída deve-se retirar a entivação, preenchendo o espaço com solo bem compactado.

Equipamento: - Retro-escavadora, - Grua, - Trado, - Equipamento de injecção, - Equipamento de preparação da calda, - Macacos hidráulicos.

Processo Construtivo PAREDES DE MUNIQUE:
- Escavação geral (escavação em talude no centro de área de escavação sem que haja possibilidade de deslizamentos)
- Introdução dos perfis metálicos, afastados entre si 1,5 a 3,0m e 2,0 abaixo da cota inferior das fundações
- Execução da Viga de Coroamento (assegura a transmissão de esforços, garante a ligação dos vários perfis entre si)
- Aberta uma vala na zona da viga onde é colocada areia (evitando o contacto do betão com o terreno e protegendo as armaduras de espera)
- Execução dos Painéis Primários (escavação, aprumo de escavação e aplicação do dreno, colocação de uma camada de areia e terra, preparação e colocação da armadura, e cofragem do painel, betonagem, descofragem e execução da ancoragem)
- Execução dos Painéis Secundários, podem ser escavados com larguras superiores (aos anteriores) e não precisam da realização de ancoragens)
- Execução dos Painéis terciários, situados nos cantos, prescindem de ancoragens tirando partido do escoramento de canto.
- Execução dos restantes Painéis nos restantes níveis
- Execução da Sapata de Fundação
- Execução da Superestrutura
- Desactivação das Ancoragens

VANTAGENS (Paredes de Munique):
- Economia
- Facilidade de manobra e de construção sem necessidade de equipamento e mão-de-obra especializado
- Dispensa de cofragens (nas paredes de BERLIM)
- Não exige grande área de estaleiro
- Paredes de Munique, Lisboa têm bom acabamento interior (devido à cofragem)
- Devido à pequena espessura das paredes de Munique, há bom aproveitamento do interior

DESVANTAGENS(Paredes de Munique):
- Processo moroso e com fracos rendimentos (Paredes de Munique)
- Mau desempenho na presença de água no solo
- Paredes de Munique não asseguram a estanquidade
- Pela sua flexibilidade, podem originar descompressão dos solos que pode causar assentamentos nos edifícios vizinhos
- Os terrenos tem de ter alguma consistência para manterem em talude vertical (durante um tempo limitado)
- Cravação de perfis metálicos dá origem a vibrações





4. PREGAGENS
 Técnica de reforço dos solos “in situ” por barras de aço, com o fim de aumentar a resistência à tracção e ao corte do solo.

Campos de Aplicação:
- Confinamentos sem cargas importantes na periferia
- Terrenos com ausência de água

Processo Construtivo:
- Escavação de uma primeira camada
- Colocação da armadura e aplicação do betão projectado
- Execução das pregagens
- Escavação da segunda camada


5. POÇOS
Utilização de Poços como solução de contenção periférica justifica-se quando, se pretende que o plano de contenção fique no prolongamento do plano de uma parede antiga, já existente, na parte superior da obra a construir. São boa alternativa às PREGAGENS



ACOMPANHAMENTO DE UMA OBRA ATRAVÉS DE FOTOS